Diante de uma possível derrota, Haddad contraria o próprio plano de governo
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Diante de uma possível derrota, Haddad contraria o próprio plano de governo

  • 17 de outubro de 2018
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De acordo com as pesquisas de intenção de voto para presidente o candidato Fernando Haddad (PT) tem baixa adesão entre os evangélicos, e muito disso se dá por conta de valores opostos entre a comunidade cristã e o plano de governo apresentado pelo Partido dos Trabalhadores.

Em uma tentativa de reconquistar terreno nesse segmento da sociedade, o ex-prefeito paulistano pretende entregar uma carta desmentindo o documento que registrou no TSE.

Haddad repete um movimento realizado por Dilma Rousseff (PT) em 2010, às vésperas do segundo turno, quando a então candidata divulgou um documento dizendo-se pessoalmente contra o aborto e defendendo a “manutenção da legislação atual sobre o assunto”.

Poucos dias após despertar a ira de parte da liderança evangélica brasileira, em especial as igrejas neopentecostais, Haddad tenta fazer esquecer o ataque gratuito a Edir Macedo no último dia 12 de outubro, quando o chamou de “charlatão” numa resposta a uma pergunta feita a ele sobre seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL).

A reação da Igreja Universal do Reino de Deus foi imediata e mobilizou mais de 140 lideranças de diversas denominações em um manifesto de repúdio.

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