Entidade missionária cava poço artesiano no Quênia para amenizar sofrimento pela seca
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Entidade missionária cava poço artesiano no Quênia para amenizar sofrimento pela seca

  • 18 de setembro de 2019
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Na última semana, autoridades quenianas pagaram cerca de US$ 3 milhões a 15 mil agricultores para ajudá-los a manter seu gado vivo. Pelo menos dois mil animais morreram devido à seca em apenas um município.

No Quênia, com seca ou não, a dificuldade de encontrar água é grande. E a entidade Kenya Hope trabalha em comunidades oferecendo ajuda nesse sentido: “É comum que andem quilômetros para buscar água de um rio e depois carregá-la de volta para casa”, disse a diretora executiva Joy Mueller.

“[Na seca] é ainda pior porque se os rios secam, então é uma situação ainda mais dura e mais séria”, acrescentou, de acordo com informações do portal MNN Online.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou relatório apontando que 785 milhões de pessoas em todo o mundo não têm água potável e segura, com fornecimento próximo de suas casas e disponível sempre que necessário e livre de contaminação. Isso inclui 144 milhões de pessoas que bebem diretamente de fontes “superficiais”, como córregos ou lagos.

A água suja é um problema comum no interior do Quênia: “Provavelmente 95% das pessoas com quem trabalhamos não têm acesso a água limpa. Tivemos pessoas morrendo de parasitas ou doenças transmitidas pela água”, lamentou a diretora da entidade cristã.

Antes de a Kenya Hope cavar um poço para eles, os moradores de Nkoisusu usavam um grande buraco no chão como fonte de água. “Quando chove, toda a água é coletada lá. Este buraco de [armazenagem da] água não é usado apenas pelas pessoas, é usado por todos os animais… cabras, ovelhas, zebras, gnus, elefantes”, contextualizou.

Joy Mueller acrescentou ainda que o uso animal não é a única coisa que polui essa água: “Eles pulverizam o gado em busca de carrapatos e outras coisas, e esses produtos químicos entram na água”.

No início deste ano, a Kenya Hope se uniu a uma igreja da Califórnia para fornecer água limpa e potável ao povo de Nkoisusu. Quando a perfuração começou, Joy Mueller contou que sua equipe não tinha certeza do que esperar. “Estamos no Vale do Rift, então às vezes a água pode ser salgada. Não sabíamos que tipo de água sairia do chão ”.

Felizmente, depois de perfurar mais de 200 metros na terra, eles encontraram “ouro líquido”: “Quando a água subiu e nós a testamos e até provamos, ela tem quase zero de sal. É a água mais bonita, limpa e doce e estamos realmente louvando ao Senhor”, testemunhou a diretora da ONG.

Água viva

Juntamente com as necessidades físicas, a Kenya Hope deseja atender às necessidades espirituais nas aldeias rurais. Eles conseguem isso através de seminários de treinamento para pastores, Escola Bíblica de Férias, lições bíblicas cronológicas e distribuições bíblicas em áudio.

Durante a última viagem de Mueller a Nkoisusu, um dos moradores idosos se aproximou dela para conversar e fez uma agradecimento: “Ele estava segurando uma das Bíblias em áudio e disse: ‘Ano passado, você veio aqui e me deu esta Bíblia em áudio. Quero que saiba que este é meu melhor amigo agora. Eu aprendi muito ouvindo a Palavra de Deus’”, contou.

“Como fomos capazes de dar a eles água potável física, eles são muito sensíveis a ouvir e aceitar a Água Viva, a Palavra de Deus”, concluiu Joy.

 

Gospel+

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