Parques estaduais garantem diversão, aventura e educação ambiental
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Parques estaduais garantem diversão, aventura e educação ambiental

  • 20 de julho de 2018
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Uma boa opção de férias, quando a garotada está longe da sala de aula e quer diversão e aventura, são os parques estaduais goianos administrados pela Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima). São 12 parques e a Estação Ecológica Chapada de Nova Roma. 
Além do contato com a fauna e flora do bioma Cerrado, adultos e crianças podem ter noções de educação ambiental e desfrutar de momentos inesquecíveis em contato direto com a natureza.
Entre os parques estaduais de Goiás mais visitados nas férias escolares estão o dos Pirineus, na região do Entorno do Distrito Federal; de Terra Ronca, no Nordeste Goiano; e de Serra de Caldas, em Caldas Novas, no Sul do Estado. 
Os parques dos Pirineus e de Caldas Novas estão passando por reformas de readequação de suas sedes para atender melhor os visitantes e também os servidores da Secima que trabalham nos parques. O Parque de Terra Ronca também será reformado em breve.
Essas obras são realizadas com recursos de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público Estadual de Luziânia e a usina hidrelétrica de Corumbá 3, que previa o investimento de R$ 3 milhões em seis parques estaduais goianos.
Pirineus
O Parque Estadual dos Pirineus, na Serra dos Pireneus, na Região Central do Estado, abrange áreas de Pirenópolis, Cocalzinho de Goiás e Corumbá de Goiás. O parque apresenta um complexo natural de vários tipos de rochas, penhascos, paredões, pequenas grutas e algumas cachoeiras. Grande parte de sua área fica acima de 1.200 metros de altitude. O ponto culminante é o Pico dos Pireneus, com 1.385 metros de altitude, o segundo mais alto de Goiás.
Entretanto, para visitar o Parque dos Pirineus é preciso observar algumas regras: são proibidos o acesso de animais domésticos; a coleta de exemplares do meio biótico (animais, plantas, etc.) e abiótico (rochas, solo, etc.); o uso de fogos de artifício, fogueiras, tochas ou qualquer material que possa causar incêndio; o trânsito de veículos acima da velocidade de 40 quilômetros por hora; a depredação do patrimônio público (incluindo a pichação de rochas); e demais atividades potencialmente lesivas ao meio ambiente.
O uso de imagem da Unidade de Conservação com finalidade comercial deve ser solicitado à Secima, com antecedência mínima de 60 dias. Mas é permitido o uso de imagem com finalidades científica, educativa ou cultural.
Terra Ronca
O Parque Estadual de Terra Ronca está fica nos municípios de São Domingos e Guarani de Goiás. O parque abriga um dos mais importantes conjuntos espeleológicos da América do Sul. Ele possui cavernas, grutas e dolinas, além da riqueza da fauna e flora exclusivas do ambiente cavernícola, bem como espécies do Cerrado ameaçadas de extinção. Possui belezas cênicas como cascatas, cachoeiras e rios de águas cristalinas, com grande potencial para o desenvolvimento do ecoturismo.
Os atrativos abertos à visitação pública são as cavernas Terra Ronca I e II, Angélica, São Bernardo e São Mateus. Os visitantes, porém, também devem observar algumas regras gerais. Por exemplo: cada integrante do grupo deverá possuir, no mínimo, uma lanterna portátil alimentada por baterias elétricas ou similares, e baterias reservas. 
O visitante deve utilizar obrigatoriamente calçado fechado (anti-derrapante), capacete específico, e utilizar, preferencialmente, vestimenta adequada (calça, camiseta com manga, etc) e demais itens que aumentem sua segurança.
Todo grupo deve ser acompanhado por, pelo menos, um condutor credenciado pelo parque. O grupo deve permanecer sempre coeso, sem que haja dispersão de visitantes pela caverna. É vedada a entrada de pessoas alcoolizadas ou portando bebidas alcoólicas. É proibido aos visitantes o uso de iluminação baseada no acetileno (carbureteiras), ou outros sistemas de iluminação que emitam calor ou fuligem em demasia. 
O horário de visitação das cavernas é das 8 às 17 horas (horário normal), ou das 8 às 18 horas (horário de verão). É proibido entrar nas cavernas acompanhado de animais domésticos. As normas específicas para cada caverna estão no interior da portaria do parque.
Serra de Caldas
O Parque Estadual da Serra de Caldas abrange Caldas Novas e Rio Quente. Segundo estudos, a Serra de Caldas constitui uma das mais importantes áreas de recargas dos aquíferos hidrotermais da região de Caldas Novas e Rio Quente, que constituem as potencialidades turísticas da região.
O parque preserva a fauna, a flora, os mananciais e seu entorno, protegendo sítios naturais de relevância ecológica e reconhecida importância turística, assegurando e proporcionando oportunidades controladas para uso pelo público, educação e pesquisa científica. 
O mascote do Parque Estadual de Serra de Caldas é a seriema, cujo nome científico é Cariama cristata. Ao longo do dia, pode-se ouvir, na Unidade de Conservação, o canto repetido desta ave.
O parque está aberto à visitação de terça a domingo, das 8 às 17 horas. Porém, o último acesso à unidade é às 15 horas. A taxa de visitação é de R$ 5,00 por pessoa (público em geral); R$ 2,00 para moradores de Caldas Novas e Rio Quente, que devem apresentar comprovante de endereço; R$ 2,00 para idosos; e R$ 4,00 por pessoa no caso de grandes grupos. 
A isenção de tarifa pode ser concedida a alunos de escolas públicas (ensino básico) e de outras instituições e entidades que não tenham o lucro como objetivo final. Para tanto, é preciso encaminhar ofício de solicitação à Gerência de Áreas Protegidas da Secima.
O Parque de Serra de Caldas tem duas trilhas abertas à visitação pública que terminam em cachoeiras. São elas: a Trilha da Cascatinha, com 716 metros de extensão; e Trilha do Paredão, com 1.162 metros. 
Este parque também tem algumas regras que devem ser respeitadas: são proibidos o tráfego de veículos particulares, exceto nos estacionamentos construídos para os visitantes; o acesso de animais domésticos; a coleta de exemplares do meio biótico (animais, plantas, etc.) e abiótico (rochas, solo, etc.); a caça e a pesca; o uso do fogo; e o consumo de bebida alcoólica no interior do parque. 
O uso de imagem da Unidade de Conservação com finalidade comercial deve ser solicitado à Secima, com antecedência mínima de 60 dias; sendo porém permitido o uso de imagem com finalidade científica, educativa ou cultural é permitido.

(Gov.GO)

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