Abertura da Copa 2026 vira foco de polêmica após vídeo de influenciador sobre ‘símbolos ocultos’
A cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026 tornou-se centro de debate nas redes sociais após um vídeo do influenciador Thiago Lima viralizar com interpretações que apontam supostas referências a rituais de sacrifício, maçonaria e códigos ocultos ligados a uma elite global. As alegações, publicadas em plataformas digitais, dividiram opiniões e reacenderam discussões sobre leituras conspiratórias de grandes espetáculos. No conteúdo, Lima utiliza elementos visuais do evento para sustentar suas teses. Ele afirma que a estrutura inspirada em pirâmides maias usada para exibir o troféu remeteria a sacrifícios humanos; calcula o número de degraus do cenário para sugerir o 33, associado por ele à maçonaria; e interpreta o uso de tambores e de figurantes com um olho vendado como alusão ao “Olho que Tudo Vê” (One Eye). As associações também alcançam os artistas. O influenciador cita o cantor nigeriano Burna Boy como “Burning Boy”, sugerindo um trocadilho com rituais antigos. Já sobre Belinda, relaciona gestos de palco e elementos de videoclipes anteriores ao trono de Baphomet e ao piso xadrez maçônico, interpretando ainda a presença de personagens cênicos como representações demoníacas. A repercussão do vídeo reflete a expansão de canais de “decodificação cultural” que reinterpretam a estética de megaeventos sob a ótica de narrativas conspiratórias. Críticos das leituras apresentadas por Lima argumentam que elas distorcem homenagens históricas e performances artísticas legítimas, enquanto parte do público que desconfia de organizações globais demonstra apoio às interpretações.
Fonte: Fuxico Gospel
Fonte: Fuxico Gospel