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Agenor Duque convoca liderança para “guerra espiritual” em 2026 e avisa: “Não confunda cansaço com fim do chamado”

Agenor Duque convoca liderança para “guerra espiritual” em 2026 e avisa: “Não confunda cansaço com fim do chamado”

SÃO PAULO (SP) — Em uma convocação de Ano-Novo, o apóstolo Agenor Duque e a bispa Ingrid Duque, líderes da Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus, abriram 2026 com uma diretriz estratégica e rigorosa dirigida a todo o corpo eclesiástico da denominação. Em vídeo publicado nesta quarta-feira (1º), o casal classificou a orientação como “extremamente importante” para bispos, pastores, obreiros e levitas no Brasil e no exterior.

Baseado na passagem bíblica de 2 Reis 13, que narra o encontro do rei Joás com o profeta Eliseu à beira da morte, Agenor Duque adotou tom de confronto ao questionar a paralisia espiritual entre lideranças e alertar contra desistências antes da “vitória completa”. Ao longo da fala, reforçou: “Não confunda cansaço com fim do chamado”.

O perigo do “quinto e sexto golpe” foi o eixo da mensagem. Duque rememorou a ordem de Eliseu para que o rei ferisse a terra com flechas e afirmou que, ao golpear apenas três vezes, o monarca limitou a própria vitória. O apóstolo aplicou a lição ao cenário ministerial de 2026, pedindo perseverança e foco até a conclusão das metas.

Entre os pontos destacados, o líder afirmou: “O profeta estava doente, mas a unção não estava enferma. O corpo pode estar fraco, mas a visão espiritual deve permanecer viva”, conclamando dirigentes exaustos a não abandonarem o chamado. Ele também profetizou que 2026 será um ano de intensos confrontos no mundo espiritual e pediu que os oficiais abram as “janelas para o oriente”, em direção aos seus inimigos. A bispa Ingrid reforçou a necessidade de insistência, citando os sete mergulhos de Naamã: “Você tem vitórias que só acontecem depois do quinto ou sexto golpe”.

A convocação foi apresentada como diretriz administrativa e espiritual para a manutenção da ordem na Igreja Plenitude. O casal ressaltou que o ministério não se resume ao altar e deve começar no lar e na família, exigindo “atenção total e pronta disposição” para as novas orientações do ano que se inicia. “Deus não consola líderes paralisados. Deus ativa líderes obedientes”, disse Agenor Duque, ao afirmar que a expectativa para 2026 é de “avanço agressivo”, independentemente das circunstâncias físicas ou emocionais dos oficiais.

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Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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