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Após ataques virtuais, Kleber Lucas defende 'controle da mídia' e reacende debate sobre liberdade de expressão

Após ataques virtuais, Kleber Lucas defende 'controle da mídia' e reacende debate sobre liberdade de expressão

RIO DE JANEIRO (RJ) — O pastor e cantor gospel Kleber Lucas voltou ao centro do debate político-religioso ao publicar um vídeo nas redes sociais no qual relata ser alvo constante de ataques e mensagens de ódio por seu alinhamento com o Partido dos Trabalhadores (PT) e com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Escolhido para ser o primeiro suplente na chapa da deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) ao Senado nas eleições de 2026, o músico defendeu a criação de mecanismos de regulação e "controle da mídia" como forma de conter a escalada de agressões no ambiente virtual.

Na gravação, Kleber Lucas afirmou ter sido procurado pela imprensa para comentar as ofensas recebidas em razão de sua atuação na pré-campanha petista, na qual interpretou o jingle "Tapete Vermelho" ao lado da primeira-dama Janja da Silva. Ao tratar do tom das críticas, declarou: "Eu sou a favor do controle da mídia", argumentando que a ausência de limites no ecossistema digital incentiva comportamentos agressivos e discursos de caráter "fratricida".

O artista, que participou da campanha presidencial de 2022 e se apresentou na cerimônia de posse em janeiro de 2023, defendeu que o debate público tenha parâmetros capazes de coibir abusos contra a honra e a integridade de figuras públicas e religiosas.

A manifestação provocou reações imediatas entre lideranças evangélicas de perfil conservador. Em artigo no portal Pleno.News, o pastor e escritor Renato Vargens condenou os ataques pessoais dirigidos a Kleber Lucas, mas rejeitou a proposta de controle estatal sobre veículos de comunicação e redes sociais. Para Vargens, conceder ao Estado poder para monitorar e censurar conteúdos abre precedentes para o autoritarismo e para a perseguição de minorias ideológicas e religiosas.

O episódio evidencia a complexidade do cenário eleitoral de 2026, em que a definição de limites entre o combate à difamação e a garantia constitucional da liberdade de expressão permanece no centro das discussões de juristas, parlamentares e instituições eclesiásticas.

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Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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