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Após críticas a aluguel de R$ 2 milhões na COP30, CADB remove pastor e culto termina em protestos em Belém

Após críticas a aluguel de R$ 2 milhões na COP30, CADB remove pastor e culto termina em protestos em Belém

BELÉM (PA) — Uma crise administrativa sem precedentes abalou a Assembleia de Deus em Belém nesta semana. O pastor Samuel Câmara, presidente da Convenção das Assembleias de Deus no Brasil (CADB), removeu de forma repentina o pastor Marcelo Campelo da liderança da AD Doca, uma das congregações mais tradicionais da capital paraense.

Segundo Campelo, a decisão estaria ligada a uma denúncia publicada por ele nas redes sociais, na qual critica o suposto aluguel do Centro de Convenções Centenário por R$ 2 milhões para apenas cinco dias, durante a realização da COP30 em Belém. A crítica à gestão financeira da liderança teria sido o estopim para sua saída.

Câmara esteve pessoalmente na AD Doca para empossar o dirigente substituto, mas o culto de posse terminou em confusão e protestos. Em um protesto silencioso, a maioria dos membros presentes se levantou e deixou o templo em sinal de desaprovação. Do lado de fora, uma multidão de fiéis se reuniu para apoiar Marcelo Campelo, realizando orações e entoando louvores, com pedidos de justiça e transparência na administração da igreja.

Em vídeo dirigido aos seus seguidores, Marcelo Campelo afirmou que estava em período de descanso com a família quando foi surpreendido pela notícia de sua remoção. Ele negou qualquer falta moral, ética ou disciplinar que justificasse o afastamento e declarou: "Estou sendo perseguido por me posicionar contra decisões administrativas", reforçando que, em sua avaliação, o motivo é político e financeiro, ligado ao questionamento sobre os valores envolvidos no uso do patrimônio da igreja durante o evento internacional de clima.

Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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