Banco ligado à Lagoinha muda diretoria: quem é Eduardo Pentagna e o que muda no Clava Forte
O Clava Forte Bank S.A., instituição financeira ligada à Igreja Batista da Lagoinha, confirmou uma mudança no seu quadro executivo e passou a registrar o empresário e investidor Eduardo Pentagna Guimarães Pedras como novo diretor. A atualização sucede o período em que Cassiane Montosa Pitelli Valadão figurou na diretoria, durante a fase de lançamento e estruturação da marca. O banco tem André Valadão na presidência.
A movimentação ocorre em um momento de consolidação do posicionamento do Clava Forte como plataforma financeira voltada ao público cristão, com foco em serviços digitais como conta, transferências e PIX. Desde a estreia, a instituição adotou linguagem e proposta alinhadas ao universo de igrejas e ministérios, o que tem atraído atenção de mercado e de fiéis para aspectos de governança e transparência na oferta de produtos.
O novo diretor, Eduardo Pentagna, atua como gestor e investidor em negócios de serviços financeiros, participações e mercado imobiliário. Ele mantém portfólio executivo público e presença ativa em redes profissionais. No ecossistema do Clava Forte, sua indicação o posiciona no centro da operação e da gestão de produto, em interação com a presidência e com as áreas regulatórias e tecnológicas do banco.
Com André Valadão à frente da presidência, o desenho de governança busca combinar capilaridade junto ao público da Lagoinha com eficiência operacional, atendimento e compliance. Internamente, a transição de Cassiane Valadão para Eduardo Pentagna sinaliza uma etapa de especialização de funções, concentrando o dia a dia do banco em um executivo com trajetória corporativa fora do púlpito.
A chegada de um novo diretor mantém em pauta a necessidade de reforço de métricas de transparência e controles. O posicionamento de “banco da igreja” — ligado diretamente à Lagoinha — é sensível por unir propósito religioso e serviços financeiros, o que exige comunicação clara sobre tarifas, responsabilidades, parceiros e salvaguardas ao consumidor.
No histórico público de Eduardo Pentagna, há registros de polêmicas antigas no âmbito judicial, em especial um caso de trânsito com vítima fatal ocorrido em Belo Horizonte no início dos anos 2000. O episódio percorreu diferentes fases processuais, com desclassificações e discussões jurídicas, e terminou com extinção da punibilidade por prescrição em decisão posterior. Trata-se de processo encerrado, sem efeitos penais atuais, mas que costuma ser lembrado quando o nome do executivo volta ao noticiário.
Fonte: Fuxico Gospel
Fonte: Fuxico Gospel