Cerveja e vape: Michelle Bolsonaro registra "Jair Bolsonaro" no INPI para blindar uso do nome, diz equipe
BRASIL, 29/03/2026 — A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro protocolou no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o pedido de registro da marca "Jair Bolsonaro" em diversas classes comerciais, incluindo bebidas alcoólicas (como cervejas) e vaporizadores (vapes). A movimentação gerou questionamentos entre segmentos cristãos conservadores, mas a equipe do PL Mulher negou qualquer intenção de comercializar esses produtos.
A lista enviada ao INPI no fim de março de 2026 abrange itens variados, como roupas de cama, peixe enlatado, artigos de tabacaria e bebidas alcoólicas. Segundo a justificativa apresentada, trata-se de uma estratégia jurídica para assegurar a exclusividade do uso do nome nessas categorias e coibir que terceiros lucrem associando a marca do ex-presidente a produtos que contrariam valores de parte de sua base cristã.
De acordo com a equipe, o pedido não implica o lançamento de uma linha comercial. A medida funciona como uma trava legal — uma blindagem — para impedir o registro e a exploração do nome por empresários independentes, especialmente em segmentos de consumo adulto. O objetivo declarado do núcleo familiar é evitar a vinculação do político a itens como bebidas e cigarros eletrônicos, preservando a imagem pública e reduzindo possíveis desgastes com a base evangélica.
Após o vazamento da lista de classes no INPI, a comunicação oficial atuou para conter a circulação de informações falsas em grupos de mensagens. Em nota nas redes sociais, a equipe negou a criação de qualquer marca própria de bebidas ou dispositivos eletrônicos para fumar.
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Fonte: Fuxico Gospel
Fonte: Fuxico Gospel