Com menor rejeição entre bolsonaristas, Michelle Bolsonaro ganha força para 2026
BRASÍLIA (DF) — Uma análise da Revista Índice, a partir dos dados mais recentes da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, indica que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se consolidou como o nome mais competitivo do campo bolsonarista para a eleição presidencial de 2026. O levantamento aponta que Michelle tem 45,6% de rejeição, o menor índice entre figuras ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Já o senador Flávio Bolsonaro registra 52% de rejeição — taxa superior à desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em 50,6%. Estratégias eleitorais para 2026 tendem a priorizar o controle da rejeição, especialmente em cenários de segundo turno. Nesse contexto, Michelle deixou de ser vista apenas como símbolo do conservadorismo e passou a ser tratada como uma candidata com viabilidade nacional. Em simulações que excluem Flávio Bolsonaro da disputa, a ex-primeira-dama alcança 23,4% das intenções de voto, desempenho que a coloca em posição de protagonismo na oposição e a consolida como a principal alternativa do grupo bolsonarista. Nos últimos anos, Michelle intensificou sua presença pública, participando de encontros sociais, eventos políticos e ações voltadas aos públicos evangélico e conservador. A maior exposição reforçou sua imagem junto à base eleitoral e a tornou figura central nos debates sobre a sucessão presidencial. Embora a definição do nome da direita para 2026 permaneça em aberto, os números mais recentes indicam que Michelle Bolsonaro ganha tração nos bastidores e entre eleitores de oposição.
Fonte: Fuxico Gospel
Fonte: Fuxico Gospel