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Copa na igreja? Sarah Sheeva diz que não é pecado e afirma: jogos revelam quem é convertido

Copa na igreja? Sarah Sheeva diz que não é pecado e afirma: jogos revelam quem é convertido

RIO DE JANEIRO, RJ — A discussão sobre templos que decidiram transmitir os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 ganhou novo capítulo com a análise da pastora Sarah Sheeva. Em suas redes sociais, ela respondeu a dúvidas de fiéis e estabeleceu critérios para distinguir o que considera comunhão legítima de possível profanação do espaço sagrado.

Diferentemente de correntes que rejeitam qualquer entretenimento no santuário, a filha de Baby do Brasil afirmou que reunir a igreja para assistir ao futebol não constitui pecado, desde que a motivação seja a comunhão entre famílias. Ao mesmo tempo, alertou que o clima emocional de uma partida pode expor condutas. “A oportunidade do jogo vai revelar muitas coisas. Se algum irmão solta um palavrão, um pastor fica ligado para ver se aquele irmão realmente está convertido”, disse.

Sheeva também fez um apelo a líderes e organizadores para que fiscalizem o ambiente durante as transmissões. Segundo ela, a entrada de hábitos seculares, como o consumo de bebidas alcoólicas levadas por convidados, quebra a consagração do local. “Aí profanou o altar, profanou o templo da igreja. Se o jogo vai ser passado na igreja, precisa ser um ambiente santo, puro, limpo e consagrado a Deus”, afirmou, defendendo um pacto de conscientização coletiva.

Sua manifestação surge como contraponto moderado, porém vigilante, em meio a casos recentes de igrejas que associaram o torneio a rodas de pagode e churrasco. Na avaliação da pastora, a responsabilidade pelo formato do evento recai sobre o comportamento individual de cada membro sob a visibilidade do templo.

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Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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