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Diagnóstico de câncer em Bolsonaro mobiliza líderes evangélicos e reacende debate sobre prisão domiciliar

Diagnóstico de câncer em Bolsonaro mobiliza líderes evangélicos e reacende debate sobre prisão domiciliar

O diagnóstico de câncer de pele do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mobilizou políticos evangélicos aliados, que recorreram às redes sociais para manifestar solidariedade e conclamar orações. Exames realizados no Hospital DF Star, em Brasília, confirmaram carcinoma de células escamosas em duas lesões retiradas do braço e do tórax. Segundo o médico Cláudio Birolini, responsável pelo atendimento, as remoções foram em caráter curativo, sem necessidade de quimioterapia. Bolsonaro seguirá em acompanhamento clínico periódico e recebeu alta na quarta-feira (17), após internação motivada por crise de soluços, vômito e queda de pressão.

Entre as manifestações, o deputado estadual e pastor Oseias de Madureira (PSD-SP) publicou uma mensagem extensa ressaltando a fé como amparo. Ele afirmou que “a última palavra é de Deus” e escreveu que “nenhuma enfermidade é maior que o poder de Deus”, citando ainda o versículo “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer”. O parlamentar concluiu em tom de oração: “Estamos juntos, crendo que essa enfermidade será vencida... Força Presidente!”.

O pastor e deputado estadual Júnior Tércio (PL-PE) compartilhou informações médicas, destacando que os exames apontaram lesões de carcinoma de células escamosas in situ e que, segundo o médico, não há necessidade de tratamento adicional além do acompanhamento regular. Ele convocou os fiéis a manterem Bolsonaro em suas orações.

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), ligado à Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), publicou no X (ex-Twitter): “Força Presidente! Deus é contigo!”. Já o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) relacionou o diagnóstico a outras adversidades enfrentadas por Bolsonaro: “Bolsonaro está com câncer de pele. A facada, a prisão e a perseguição têm um objetivo muito claro…”. A publicação foi amplamente compartilhada por apoiadores.

O caso também reacendeu um debate paralelo: aliados têm citado a saúde do ex-presidente como argumento para que o Supremo Tribunal Federal mantenha o regime domiciliar. Condenado recentemente a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro cumpre prisão em casa por decisão do ministro Alexandre de Moraes. Interlocutores afirmam que o estado físico e o histórico de crises seriam incompatíveis com presídios como o Complexo da Papuda, em Brasília; a defesa prepara recursos para reforçar essa tese.

Enquanto isso, lideranças evangélicas seguem mobilizando suas bases com orações e manifestações públicas de apoio, transformando o episódio de saúde em um novo ponto de convergência com a militância alinhada ao ex-presidente.

Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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