Voltar às notícias

Do auge ao ministério: Fabíola Bastos diz como multas milionárias adiaram a transição de Waguinho

Do auge ao ministério: Fabíola Bastos diz como multas milionárias adiaram a transição de Waguinho

RIO DE JANEIRO (RJ) — Fabíola Bastos detalhou, em depoimento que repercutiu nas redes sociais, a transição do marido, o cantor Waguinho — ex-vocalista do grupo Os Morenos — do pagode para o ministério cristão. Segundo ela, o processo levou quatro anos porque o artista precisou cumprir contratos pré-estabelecidos; a rescisão imediata implicaria multas milionárias que poderiam comprometer o patrimônio da família.

De acordo com Fabíola, nesse período Waguinho continuou a cumprir agenda no mercado secular para evitar penalidades contratuais e prejuízos financeiros. Ela relatou que o cantor voltava exausto dos shows e dizia: "Não aguento mais". O conflito entre a nova convicção religiosa e a visibilidade do auge da fama foi apontado como um dos principais desafios do casal.

Fabíola afirmou que a decisão de abandonar o mercado no momento de maior faturamento exigiu readequação financeira, já que, nas palavras dela, "o recurso vinha dos shows". Ela acrescentou que a família escolheu depender da fé e disse ter "profetizado" que a honra futura do ministério de Waguinho superaria o sucesso no cenário secular.

O caso se insere em um movimento observado nas últimas décadas no Brasil, em que artistas migraram da cultura de massa para o segmento evangélico, contribuindo para a reconfiguração do mercado fonográfico e para a ampliação da presença da música cristã em espaços antes dominados pelo entretenimento secular.

Atualmente, Waguinho atua como pastor na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), ministério presidido pelo pastor Silas Malafaia, e realiza apresentações pelo país cantando pagode gospel.

A publicação original informa canal para correções e direito de resposta: [email protected].

Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

Link permanente desta notícia