Duas igrejas passaram anos sem realizar batismo conjunto; quando as águas voltaram, dois jovens foram os primeiros
Comunidades de Hong Kong não possuíam piscina batismal própria e realizaram em outro templo a primeira cerimônia conjunta desde a pandemia.
As igrejas Ma On Shan e Hong Kong atravessaram os anos da pandemia sem organizar uma cerimônia conjunta de batismo.
Quando as duas comunidades finalmente voltaram a se reunir ao redor das águas, os primeiros participantes foram dois jovens que haviam crescido dentro delas.
O culto aconteceu em 12 de julho de 2026 e marcou o primeiro batismo conjunto desde 2019.
A retomada exigiu a ajuda de uma terceira igreja porque nenhuma das duas congregações possuía piscina batismal própria.
A Conservative Baptist Yan Lok Church cedeu suas instalações para a cerimônia.
Um jovem da Igreja Ma On Shan e outro da Igreja Hong Kong foram batizados.
Os pastores Patrick Ho e Hilton Fan conduziram o momento diante de membros das duas comunidades.
Os nomes dos batizados não foram divulgados no comunicado da Igreja do Nazareno para preservar a identidade deles.
Segundo o relato denominacional, ambos já professavam a fé cristã e participavam das igrejas havia muitos anos.
Experiências vividas durante o último ano, contudo, teriam produzido uma compreensão mais profunda da graça e um compromisso renovado.
Antes de entrar na água, cada jovem compartilhou o próprio testemunho e declarou publicamente a fé.
Depois do batismo, eles receberam certificados e uma oração de bênção.
Edmond Kwong, ex-superintendente do distrito de Hong Kong, participou da celebração.
Ele conhecia os dois jovens desde crianças e acompanhou o crescimento deles dentro da igreja, incluindo a participação em atividades de ministério.
A presença do pastor ligou o momento individual à história das comunidades que haviam ajudado a formar os dois.
Para a pastora Christy Shum, o batismo também representou a continuidade da fé em uma nova geração.
Durante o culto, o pastor Andrew Chan destacou que o batismo não altera automaticamente as circunstâncias externas.
Dificuldades podem continuar, afirmou, mas o cristão passa a encará-las a partir de outra perspectiva.
A mensagem evitou apresentar a cerimônia como solução instantânea para problemas pessoais.
O batismo foi tratado como a expressão pública de uma transformação interior e de um compromisso que já vinha sendo construído.
Depois de anos sem uma celebração conjunta, a volta não foi marcada por uma multidão de candidatos. Foram apenas dois.
Para as comunidades, era justamente essa continuidade — dois jovens conhecidos desde a infância assumindo a fé — que dava dimensão histórica ao encontro.
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Fonte: comunicado da Igreja do Nazareno e da região Ásia-Pacífico.
Fonte: Fuxicogospel Com