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Engenheiro é absolvido em caso da morte de menino em toboágua de Caldas Novas; decisão reacende debate sobre segurança

Engenheiro é absolvido em caso da morte de menino em toboágua de Caldas Novas; decisão reacende debate sobre segurança

A Justiça de Goiás absolveu o engenheiro civil Flávio Tomaz de Aquino Musse no processo que apurava a morte de Davi Lucas de Miranda, de 8 anos. O trágico acidente ocorreu em fevereiro de 2022, no DiRoma Acqua Park, em Caldas Novas, quando o garoto caiu de uma altura de quase 14 metros em um toboágua que estava em manutenção. Davi Lucas visitava o parque com a família quando entrou na atração conhecida como "Vulcão". O brinquedo estava parcialmente desmontado para reforma e, segundo as investigações da época, não havia sinalização ou barreiras físicas suficientes para impedir o acesso de crianças à escada e às rampas. O menino desceu por um dos dutos que terminava em queda livre, antes de atingir o solo. O engenheiro havia sido indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), sob a acusação de negligência e imperícia na supervisão das obras de manutenção. No entanto, decisão judicial recente concluiu pela sua absolvição. Durante o processo, a defesa argumentou que as normas de segurança vigentes foram seguidas e que a responsabilidade direta pela interdição imediata do local não recaía exclusivamente sobre o profissional. A morte de Davi Lucas gerou grande comoção nacional e reacendeu debates sobre a segurança em parques aquáticos e a eficácia das fiscalizações nessas estruturas.

Fonte: Hedson Arantes

Fonte: Hedson Arantes

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