Lydia Moisés relata regressão no desenvolvimento do filho após interrupção de terapias
A cantora gospel e mãe atípica Lydia Moisés utilizou as redes sociais para relatar os desafios enfrentados pela família na tentativa de garantir a continuidade do tratamento do filho, Matheus, de 10 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 1 de suporte.
O desabafo, que teve grande repercussão entre o público evangélico nesta quinta-feira (10), aborda uma disputa judicial da família com a operadora de saúde Amil One.
Segundo a cantora, há um ano e três meses os familiares buscam a liberação e o custeio integral das terapias multidisciplinares prescritas pelos médicos responsáveis, com carga estimada em cerca de dez horas semanais.
De acordo com Lydia, o alto custo dos procedimentos na rede particular e a ausência de cobertura direta pelo plano de saúde fizeram com que o menino permanecesse meses sem atendimento. Nesse período, ele teria apresentado crises emocionais e prejuízos no desenvolvimento global, incluindo regressão no desenvolvimento.
“Fiz um apelo para que meus seguidores ajudassem a chamar a atenção da empresa”, relatou a artista. Ela afirmou que a mobilização realizada no perfil da operadora resultou na limitação de comentários em uma publicação da companhia.
O caso relatado por Lydia Moisés se soma à realidade de famílias que recorrem à Justiça para buscar tratamentos considerados essenciais para pessoas autistas e outros pacientes neurodivergentes. A cobertura desses atendimentos é regulamentada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), conforme as normas aplicáveis aos planos de saúde.
A manifestação da cantora também contribui para ampliar o debate sobre os direitos das pessoas neurodivergentes e os desafios enfrentados por mães atípicas na busca por atendimento especializado.
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Fonte: Fuxico Gospel
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