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Menino de 10 anos foi arrastado por ondas de três metros; salva-vidas de 16 mergulhou e não o soltou

Menino de 10 anos foi arrastado por ondas de três metros; salva-vidas de 16 mergulhou e não o soltou

Ryder Williams enfrentou uma sequência de ondas em uma praia da Califórnia e manteve Nathaniel Rai seguro até a chegada de outro profissional.

Nathaniel Rai estava com água apenas na altura dos tornozelos quando perdeu o equilíbrio.

Em poucos segundos, o menino de 10 anos foi puxado por uma corrente e levado para uma área de ondas que chegavam a aproximadamente três metros.

Ryder Williams, salva-vidas de 16 anos, viu o que aconteceu na praia de Seabright, em Santa Cruz, na Califórnia.

Ele correu para o mar e alcançou Nathaniel quando a criança já estava inconsciente.

O resgate aconteceu em 25 de julho de 2026 e foi registrado em vídeo.

As condições estavam tão severas que Ryder não conseguiu colocar o tubo de salvamento ao redor do menino.

O adolescente precisou segurar Nathaniel com os braços enquanto ondas sucessivas quebravam sobre os dois.

Em um dos momentos gravados, eles desapareceram sob a água por vários segundos e voltaram a surgir quando a onda recuou.

Outro salva-vidas, Aaron Bohnen, entrou no mar e ajudou a conduzir a dupla até a areia.

Depois do atendimento médico, Nathaniel foi liberado sem ferimentos graves.

Ele contou à Associated Press que não se recorda do período em que ficou inconsciente.

O pai, Sumit Rai, estava em Dallas e soube do acidente por telefone. Mais tarde, viu as imagens que mostravam Ryder entrando em condições consideradas perigosas.

A família procurou o adolescente para agradecer pelo resgate.

Ryder atribuiu sua reação ao treinamento e disse que, em situações críticas, os profissionais recorrem ao que praticaram.

As imagens alcançaram milhões de visualizações e chegaram ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em 17 de agosto, Ryder e Nathaniel foram recebidos na Casa Branca ao lado de suas famílias e do segundo salva-vidas.

Trump chamou o adolescente de herói e disse ao menino que Deus estava olhando por ele.

Ryder não reivindicou explicação sobrenatural para o resgate. Em sua fala, destacou o preparo recebido e a necessidade de agir rapidamente.

O jovem afirmou que deseja se tornar paramédico e bombeiro.

A cerimônia em Washington aconteceu semanas depois e transformou os participantes em rostos conhecidos.

No momento decisivo, porém, não havia aplauso, medalha ou promessa de reconhecimento.

Havia um menino inconsciente, uma sequência de ondas e um salva-vidas adolescente que decidiu não soltar a criança até a chegada de ajuda.

A história ganhou dimensão pública por causa do vídeo, mas seu ponto central ocorreu dentro da água: treinamento, coragem e responsabilidade reunidos em poucos segundos.

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Fontes: reportagens da Associated Press sobre o resgate e a homenagem.

Fonte: Fuxicogospel Com

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