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Na EBO 2025, José Wellington diz que 'preto é treva' e recomenda repintar templos; fala provoca reações em meio a denúncias

Na EBO 2025, José Wellington diz que 'preto é treva' e recomenda repintar templos; fala provoca reações em meio a denúncias

Durante a 79ª edição da Escola Bíblica de Obreiros (EBO), realizada entre 21 de setembro e 6 de outubro de 2025, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, líder histórico da Assembleia de Deus – Ministério do Belém, criticou a tendência de templos evangélicos pintados de preto e associou a cor às trevas. Sorrindo enquanto falava, afirmou: "Preto é treva, rapaz. O capeta é preto, Jesus é luz. Vós sois a luz do mundo."

O ancião assembleiano manifestou preocupação com a estética adotada por algumas igrejas da própria denominação, que estariam escurecendo o interior dos templos. Ele orientou pastores a abandonarem o visual escuro: "Se algum aqui pintou a igreja de preto, compre uma tinta branca e tire isso quando voltar", declarou, provocando risadas e reações diversas no público.

Segundo José Wellington, locais dedicados ao culto a Deus deveriam ter cores claras, pois, em sua avaliação, a aparência do ambiente também comunica uma mensagem espiritual. Aos 91 anos, o líder tem reiterado alertas sobre o que considera mudanças preocupantes nos costumes e na identidade da Assembleia de Deus.

As declarações geraram críticas de parte de fiéis e internautas, que apontaram foco em temas considerados superficiais enquanto a denominação enfrenta um período delicado. Escândalos envolvendo líderes religiosos, denúncias de abuso sexual e disputas internas por poder e por convenções têm afetado a imagem da igreja nos últimos anos.

Não é a primeira controvérsia envolvendo o pastor. Meses antes, ele reprovara o uso de barba entre pastores assembleianos, o que dividiu opiniões e alimentou o debate nas redes sociais. Em 2024, José Wellington também viralizou após aparecer dirigindo um carro avaliado em R$ 1,3 milhão, em vídeo publicado por sua filha, a deputada estadual Marta Costa, fato que reacendeu discussões sobre ostentação e conduta pastoral entre líderes da denominação.

Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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