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Ordem de despejo, cortes de luz e gerador: o que acontece na Lagoinha da Barra

Ordem de despejo, cortes de luz e gerador: o que acontece na Lagoinha da Barra

RIO DE JANEIRO (RJ) — A locação de uma área de aproximadamente 10 mil metros quadrados na Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, transformou-se em um litígio contratual envolvendo a Igreja Batista da Lagoinha da Barra da Tijuca e os proprietários do imóvel, parte do complexo da academia Rio Sport Center. O espaço foi arrendado em agosto de 2024 para sediar a unidade regional da denominação de origem mineira, ligada à família Valadão. Segundo os administradores do imóvel, o contrato passou a registrar atrasos recorrentes no pagamento do aluguel, cujo valor mensal gira em torno de R$ 150 mil. Diante do acúmulo de débitos e do suposto descumprimento de cláusulas, a proprietária notificou extrajudicialmente a instituição sobre a resolução do contrato e determinou o corte do fornecimento de água e energia elétrica. A medida, de caráter administrativo, visava interromper as atividades públicas no local. Relatos dos representantes do terreno afirmam que lideranças do ministério, incluindo o pastor Vitão e sua equipe de apoio, providenciaram a instalação de um gerador de grande porte para manter os cultos. O equipamento teria sido introduzido no espaço por sobre o muro de um imóvel vizinho após a entrada principal ter sido bloqueada e inspecionada pela polícia. Com o gerador, a igreja segue realizando reuniões e cultos no endereço. Os proprietários alegam ainda que a liderança não comunicou de forma transparente aos membros a ordem de desocupação e informam que medidas judiciais de reintegração de posse estão em andamento. Procurado para comentar, o pastor Vitão afirmou que as acusações 'não condizem com a realidade total dos fatos' e disse ter encaminhado o caso ao departamento jurídico da instituição.

Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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