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Reviravolta no TJPR: liminar é derrubada e Haline Sampaio volta a falar sobre caso Heloísa Rosa

Reviravolta no TJPR: liminar é derrubada e Haline Sampaio volta a falar sobre caso Heloísa Rosa

Curitiba, PR — A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) derrubou a liminar que obrigava a exclusão de publicações, proibia novas manifestações e impunha multa diária à jornalista Haline Sampaio. A decisão restabelece a possibilidade de a comunicadora se manifestar publicamente sobre o caso envolvendo a cantora Heloísa Rosa e seu marido, Marcus Grubert, sem bloqueios prévios, sem encerrar o mérito da disputa judicial entre as partes. Em cumprimento ao acórdão, a juíza de Direito Substituta Débora De Marchi Mendes assinou despacho nos autos do Agravo de Instrumento nº 0036924-18.2025.8.16.0000 determinando a imediata suspensão de todas as sanções e proibições anteriormente impostas à jornalista. O Judiciário ainda ordenou o envio de ofícios urgentes às empresas de tecnologia para reverter eventuais bloqueios: “Oficiem-se as plataformas META e GOOGLE, comunicando a revogação da tutela de urgência, para que cessem quaisquer medidas adotadas em cumprimento à decisão anterior”, registra trecho extraído dos autos. Após a decisão, Haline Sampaio publicou nas redes sociais um card em que retira uma fita vermelha da boca, acompanhado da frase: “Eu estou liberada!”. Segundo a jornalista, o Tribunal reconheceu que a liminar anterior configurava “censura prévia”, argumento sustentado com base na proteção constitucional à liberdade de expressão. O caso ganhou repercussão em maio de 2024, quando a emissora norte-americana WFTV noticiou a prisão de Marcus Grubert na Flórida, nos Estados Unidos, sob acusações de abuso sexual infantil. Naquele período, o processo não avançou na promotoria norte-americana, o que intensificou a disputa de narrativas. Heloísa Rosa e Marcus afirmam que o procedimento foi arquivado por falta de provas e acusam a jornalista de difamação. Já Haline Sampaio, que divulgou trechos de relatórios do Departamento de Crianças e Famílias da Flórida (DCF), sustenta que a apuração nos EUA não está encerrada em definitivo e afirma buscar justiça. A decisão da 9ª Câmara Cível do TJPR não decide o mérito da controvérsia, mas garante, por ora, que Haline Sampaio exerça seu direito de manifestação sem medidas restritivas antecipadas. A redação informou canal para correções: [email protected].

Fonte: Fuxico Gospel

Fonte: Fuxico Gospel

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