Téo Hayashi diz que sem igrejas o Estado 'colapsa' e cita atuação em favelas e presídios
PORTO ALEGRE (RS) — Em entrevista a uma emissora de rádio gaúcha nesta semana, o pastor Téo Hayashi, fundador do Dunamis Movement e líder da Zion Church, afirmou que o trabalho social realizado por igrejas evangélicas é decisivo para a proteção de direitos em áreas vulneráveis do Brasil. Segundo ele, a capilaridade das congregações em locais de difícil acesso — como presídios e favelas — ajuda a assegurar direitos humanos onde o poder público é omisso. Para o líder, a retirada das instituições evangélicas do cenário nacional provocaria um efeito dominó: "Se você tirar a igreja evangélica do mapa do Brasil, o Estado brasileiro vai colapsar", declarou. Hayashi citou a atuação de denominações como a Assembleia de Deus e a Deus é Amor no combate à fome e no apoio a pessoas marginalizadas, ressaltando que essas igrejas alcançam vielas e morros antes da chegada de serviços governamentais básicos. O pastor também abordou a ascensão cultural dos evangélicos, lembrando que o movimento, nascido nas margens da sociedade, ganhou espaço e alcançou o centro da cultura brasileira nas últimas quatro décadas. Com esse crescimento, avaliou, aumenta a responsabilidade de manter a atuação junto aos desassistidos, inclusive em locais onde a estrutura do Estado não consegue penetrar. Ele classificou essa frente de ação como um reconhecimento ao "exército silencioso" de obreiros e pastores que contribuem para o bem-estar social nas áreas mais vulneráveis. Na visão de Hayashi, o debate reforça a necessidade de observar a igreja não apenas pelos vieses religioso ou político, mas como uma engrenagem relevante para a estabilidade democrática e humanitária do país. Correções: Encontrou um erro? Fale com a redação: [email protected]
Fonte: Fuxico Gospel
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